Funkeira que substituiu Gracyanne Barbosa em campanha é evangélica

Rafaela Felizardo é evangélica, assiste ao culto semanalmente e como qualquer mulher do gênero  abusa da sensualidade.  “Faço show com roupas mais comportadas, claro. Mas todos sabem que sou do funk e me recebem muito bem”, diz ela.
Ela diz ter 25 anos mas admite que oficialmente é a idade não é bem essa e  mora com o pai. É solteira, mas admite que  sonha em constituir a sua família. Rafaela morou durante cinco anos com um ex e eles chegaram a ficar noivos, mas ele, muito ligado à igreja, quis que a funkeira deixasse a carreira na música para se dedicar ao lar.

“Eu sempre fui independente e não gostaria de viver em função dele. O tempo dele com Deus foi diferente do meu”, avalia ela, que sonha com a maternidade. “Tenho muita vontade de ser mãe, mas estou construindo o meu nome e ainda preciso trabalhar muito antes de ter um filho”.


Desde fevereiro, a loira lidera o grupo Rafaela e as Malvadas, e se apresenta com quatro dançarinas. Para subir no palco, gosta de estar impecável. Por isso malha todos os dias, faz dieta (”imagina comer ovo, frango e batata doce todo dia”), cuida do cabelo, faz as unhas e frequenta clínicas de estética.

 “Felizmente eu já conquistei alguns patrocínios. Já gastei muito dinheiro para cuidar do corpo”, comemora ela, que já foi dançarina de Valesca na Gaiola das Popozudas, e aproveitou para fazer um desabafo.

“Muitas pessoas acham que temos algum problema, mas isso nunca aconteceu. Os comentários surgiram porque eu também tinha o cabelo loiro e comprido, mas eu a admiro muito e considero uma guerreira”, elogia Rafaela, que após sair da Gaiola fundou, junto com outras dançarinas, a Jaula das Gostosudas. “Escolhemos o nome parecido porque achamos que assim o público ia lembrar, mas foi uma atitude imatura, hoje não faria igual”.


Mais recentemente, Rafaela  teve ainda o seu nome associado à Gracyanne Barbosa após ter substituído a mulher de Belo na campanha de uma marca de roupas. Mas ela conta que só foi procurada pela grife porque houve um descontentamento com a morena. A cantora conta que elas não são amigas, mas tão pouco inimigas.

“Nos encontramos apenas uma vez, numa feira de fisiculturismo. Eu a encontrei e pedi para tirar uma foto porque gosto de pessoas malhadas”, afirma. (Jornal Extra).




2 comentários:

  1. Evangélica e funkeira! Isso é o que eu chamo de juntar a MERDA com a BOSTA! Puta que pariu!!!!!!!!!!! HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

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  2. essa não dá o dízimo para a igreja e leva mais que o dízimo que o pastor arrecada sem contar as ofertas..que não faltam é claro

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